Um ano sem o maior bad boy do rock

Fotos: divulgação

lemmy

Marcelo Araújo 

Há um ano, neste dia 28 de dezembro, o rock perdeu um de seus nomes emblemáticos: Lemmy Kilmister, vocalista e baixista da banda inglesa Motörhead. A voz de hinos como Ace of Spades, Killed by Death, Iron Fist, Overkill e Orgasmatron morreu dois dias após descobrir um câncer no cérebro e no pescoço e quatro depois de completar sete décadas de vida.

A morte de Lemmy me atingiu com força. Cresci ouvindo Motörhead, comprando seus discos e sentindo enorme simpatia por seu líder, figura que aparentava tremenda simplicidade fora dos palcos. Poderia tranquilamente ser um dos meus amigos com quem tomo cerveja ou escuto um som. Tive a sorte de vê-lo ao vivo em Brasília, em 2010, numa noite inesquecível e ensurdecedora.

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Lemmy e David Bowie, que morreu dias após o líder do Motörhead

Nos discos e nos palcos, nunca é demais dizer, o Motörhead desenvolveu um som rápido e pesado, tendo à frente o baixo distorcido e a voz selvagem de Kilmister. Com essa fórmula, batizada de speed metal, a trupe influenciou músicos de diversas tendências – do punk ao heavy; do hardcore ao indie rock.

A enorme repercussão da morte de Lemmy nos meios artísticos e entre os fãs demonstrou o quanto era querido. Por aqui ainda custamos a acreditar nessa fatalidade e sentimos imensamente sua falta.

 

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