Minha retrospectiva literária parte 1: Não Abra – Contos de Terror

naoabra

Aproveitando o lançamento do meu quinto livro, Casa dos Sons, que será no dia 2 de junho, às 19h, no bar Cristal, em Brasília, pela Editora Nautilus, resolvi fazer uma retrospectiva de minha carreira literária e falar um pouco de cada um dos meus trabalhos. Para abrir a série, comento Não Abra – Contos de Terror, meu primeiro livro, publicado no início de 2009.

Não Abra reúne contos que escrevi por cerca de 20 anos. Trata-se de narrativas fantásticas, sobrenaturais e de horror com diversos temas, de relatos fantasmagóricos a enredos surreais. Gosto muito da história que dá nome ao livro, que mostra uma maldição transmitida de pai para filho por meio de uma carta que não se deve abrir (daí o Não Abra). Outra favorita é Padre Virgílio, escrita originalmente em 1990, com toques macabros e inspirada na música do Black Sabbath, a quem dedico meu primeiro volume impresso.

Devo assinalar, que desde essa estreia, já promovia intersecção de outras expressões que me influenciam, como cinema, artes visuais e música, com a literatura. Sempre trago essas referências e em Casa dos Sons isso se consolida com mais evidência.

Não Abra – Contos de Terror foi editado com recursos do Fundo da Arte e Cultura (FAC) do Distrito Federal. Publicar era um sonho mas até então não tinha ideia de como faria isso. Em 2006, incentivado pelo amigo Luiz Reis, hoje um dos donos da Editora Nautilus, pela qual lançarei meu próximo livro, inscrevi um projeto no FAC. Vale mencionar que a publicação saiu pela Thesaurus Editora, que se tornou uma parceira. Quatro dos meus livros estão à venda no site da Thesaurus.

Demorou a sair o resultado e fiquei sabendo que havia sido selecionado por intermédio do próprio Luiz Reis, numa noite de julho de 2008, tomando cerveja em um bar em Brasília, após voltar de uma viagem a Israel. A notícia significou surpresa maravilhosa, pois com os recursos do fundo banquei uma tiragem de mil exemplares.

Tive a oportunidade de divulgar Não Abra – Contos de Terror Brasil afora e até no exterior. Não quero soar pretensioso, mas acredito que este título, que teve a tiragem esgotada, virou cult. Muitos blogs e internautas o colocaram, entre obras famosas, como uma referência no terror. Me enche de orgulho volta e meia descobrir um link na internet a respeito dessa publicação ou alguém me mandar e-mails ou mensagens por redes sociais dizendo o tanto que gostou. Nada melhor para um autor do que atingir o público e obter retorno.

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