Chatira

Aproveito o feriado para dar uma volta pela cidade. Dentro de um shopping, numa livraria, escuto uma das coisas mais insuportáveis que a música já produziu: a cantora colombiana Shakira. 

Não sei o nome de uma única música dessa criatura, mas em quase 20 anos já tive o desprazer de me deparar com algumas de suas canções insuportáveis. A que tocava na livraria era um dueto com um zé mané qualquer do pop, em que ela enrola a língua com aquela voz horripilante. Uma tortura. 

Realmente, a música de massas vive na atualidade um de seus piores momentos. Como explicar que uma porcaria dessas faça sucesso mundial? Aí me lembro que no gosto médio tanto no Brasil quanto lá fora o lixo impera. 

Pergunta respondida. 

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Temporal fora de época e dentro dos meus planos

Chuva forte em Brasília no mês de maio é algo totalmente atípico. Porém, trata-se de um fenômeno igualmente benéfico. Quebra com aquela seca infernal que nos atormenta por vários meses. 

Essa chuva mantém o verde das plantas e a umidade do ar. Nos sentimos bem. Então, celebremos o temporal fora de época. 

Enquanto a água cai dos céus e se mistura com o frio, aproveito o fim de semana prolongado para pôr a leitura em dia, revirar velhos arquivos de fotos, algumas tiradas na época de repórter cultural com personalidades diversas, como Gilberto Gil, Hermeto Pascoal, João Donato e outros. Imagens já antigas. 

E ainda dá para fazer mais coisas, aqui dentro ou lá fora. 

Então, viva a chuva!