Grave Encounters 2 tropeça nos excessos

tumular

 

Em meio à modorra do feriado do primeiro dia do ano, assisti a Grave Encounters 2, sequência do hospício mal-assombrado. Confesso que me decepcionei com este segundo, aquém do original. Vale lembrar que na história de estreia, a equipe de um programa de TV especializado em filmar casos fantasmagóricos termina vítima dos terríveis espectros do sanatório.

O segundo filme tem direção de John Poliquin e apenas roteiro dos Vicious Brothers, dupla de cineastas responsável pela película anterior.

A sequência conta o seguinte: Grave Encounters virou cult entre apreciadores de filmes de terror. A dúvida que paira é se realmente a fita se trata de um documentário ou de uma produção que simula encontros sobrenaturais.

Para checar a veracidade do material, um grupo de jovens cineastas entra no hospício fantasmagórico no Canadá para captar imagens de fenômenos paranormais. Eles acabam presos no local aterrorizante e passam a ser perseguidos pelas almas atormentadas de psiquiatras e pacientes.

Se o primeiro Grave Encounters alcançava uma atmosfera de horror e sustos, o segundo derrapa em clichês, com efeitos especiais adquirindo mais peso que o próprio enredo. O roteiro repete descaradamente a fórmula e, quando tenta sair do óbvio, da maldição do hospício, empaca no exagero, sem convencer.

Resta agora esperar uma provável continuação, que vai precisar bem mais do que câmeras simulando um reality show e dos fantasmas hospitalares para agradar.

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